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Comentaristas da Itatiaia analisam Patric e outras possíveis saídas no Atlético

Por Redação, 05/04/2020 às 21:01
atualizado em: 06/04/2020 às 12:16

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Foto: Bruno Cantini/Agência Galo/Atlético
Bruno Cantini/Agência Galo/Atlético

Você certamente tem uma lista de jogadores que demitiria ou contrataria para o seu time, afinal, como constatou o escritor Luis Fernando Verissimo, “todo brasileiro é um técnico de futebol frustrado”. O mesmo vale para diretor de futebol, cargo ocupado no Atlético por Alexandrre Mattos, que revelou à Itatiaia: “Algumas saídas vão acontecer.”

Chegadas também, disse o dirigente em entrevista exclusiva nessa quinta-feira (2), mas a ideia é reduzir o elenco, como gosta o técnico Jorge Sampaoli. Quem iniciou o período de idas e vindas foi o do lateral-direito Patric, que chegou em 2010 – foi emprestado algumas vezes –, teve a rescisão de contrato divulgada nessa sexta-feira (4) e foi para o Sport.

Na Mesa Redonda da Itatiaia que foi ao ar neste domingo, o comentarista Junior Brasil considerou a saída positiva para o clube, mas defende que o atleta sofreu algumas injustiças. “O Patric é um jogador que em muitos momentos vacilou, foi mal tecnicamente, cometeu a famosa ‘patricada’, fez raiva no torcedor, mas é um ser humano para o qual a gente tem que bater palmas”, explicou.

“Ele nunca foi omisso. Nunca faltou raça, nunca deu uma declaração de insatisfação contra o clube. Ele ficou muitas vezes pagando a conta mais do que outros”, completou.

O comentarista Cadu Doné considera que todos saem ganhando com a negociação. “É o famoso bom para todo mundo. Ele no Sport vai ser muito útil. Ele não é um mal jogador no grau como muitos colocam. O nível de exigência no Sport é menor. Acho que lá ele pode ser muito útil. Pode ser bom para o Patric para jogar mais, adquirir mais confiança, ser o titular absoluto, e bom para o Atlético para quebrar esse ciclo. E o Atlético tem mais jogadores para essa posição. Mesmo se não contratasse ninguém, ele já poderia sair.”

Em relação a outras possíveis despedidas, o comentarista Alexandre Simões lembra que o comandante alvinegro gosta de jogadores versáteis, o que facilita a diminuição do grupo. “O Sampaoli tem a leitura de armar o time de acordo com o que ele precisa na partida e com o adversário. Isso faz com que o jogador tenha funções diferentes dependendo do esquema tático.”

Ele destacou outras duas situações que favorecem ao clube com um elenco menor. “Você passar para um número menor de jogadores a sua filosofia é muito mais fácil. E há o aspecto financeiro. Se está precisando baixar os gastos, tem de baixar o número de atletas, que é exagerado”, disse. Brasil acrescentou: “Você pode ter um grupo reduzido, mas qualificado e talvez com um custo quase empatando.”

Cadu listou o lateral-esquerdo Lucas Hernández, os volantes Ramón Martínez e Zé Welison e o centroavante Di Santo como jogadores que ele considera estar entre os dispensáveis. “O meu viés foi estritamente técnico. Tem que ver a situação de contrato, qual tem proposta, qual é mais fácil negociar”, ressaltou.

Ele argumentou que o centroavante Ricardo Oliveira ficaria “na coluna do meio”, em situação indefinida. “Acho que dá para discutir, dependendo da formação do elenco, das possibilidades de contratação”, argumentou o comentarista, lembrando outro aspecto da se ter um elenco enxuto: “Não ter muita gente com poucas oportunidades evita ruído de relacionamento”.

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